Qual o valor que a atual gestão de Icó tem prestado à Educação Pública? Nenhum. Iniciou a gestão em 2017 lotando um secretário, professor efetivo da rede pública que investe e oferece educação privada no próprio município e, ainda, gerou um caos na (des)"organização" de lotação de professores junto à prefeita em 2017, tendo que resolver parte desse desmantelo por vias de força e recomendação ministerial, alguns casos, até judicial. Tudo isso, depois de ter exonerado o secretário que teria assumido a pasta com o compromisso de revolucionar a educação municipal. Será que conseguiu?
Um novo secretário, professor da rede, receberia tal caos, mas, algo que não seria surpresa, quando este iniciou um trabalho de colocar nos eixos o funcionamento da máquina, logo foi exonerado, pois parecia estar em desacordo da proposta de gestão da pasta: espatifar índices, desvalorização e falta respeito aos trabalhadores da educação.
Com isso, o cargo em aberto, o convite é feito à uma professora, que se dizia de luta e de companheira, irmã da categoria. Até já se viu a mesma em movimentos, porém, sentar-se à cadeira mais importante, em nível desenvolvimentista deste município, a força do poder lhe subiu à cabeça, assim considerou a categoria, o que na verdade, apesar de ser professora efetiva, de parceira, de irmã da categoria, isso é apenas sonho de quem acredita em educação e é professor em Icó. Na verdade, a categoria não se sente representada, pelo contrário, a considera a verdadeira vilã no tocante a valorização, respeito à sua categoria e companheiros de trabalho, fato é que a mesma é conivente com todos os atos negativos da gestão aos professores, pois a mesma defende que:
a desampliação é legal;
que a gestão nunca deixou o salário do professor ficar abaixo do piso (nenhuma vez) (rsrsrs);
que o reajuste dado em 2019 é legal, deixando de reajustar em 2017 e 2018
que a proposta de reajuste apresentada para 2020, de 6,43%, apenas metade do real nacional que é de 12,84%, é justo;
que o descumprimento do Plano de Cargo e Carreira - PCCR, é legal.
Ou seja, tudo isso se comprova o quanto a educação é tratada como LIXO em Icó por uma gestão que faz de conta de administrar. É lamentável uma professora ser, estar conivente com tanto ato de crueldade e perseguição contra sua própria categoria.
Para reajustar o Piso em 2020, a prefeita anunciou com mais de 6 de atraso da data previsa por ela mesma, um percentual de 50% do valor nacional já pago por quase todos os municípios vizinhos que é de 12,84%, isto é, a prefeita quer reajustar os salários dos professores de Icó em apenas 6,42% e tem o aval da secretária, considerando ainda que se a prefeita não quiser dar o reajuste não estará cometendo ilegalidade. Uma secretária de outra categoria, que nada entendesse de educação concordando com isso, seria até aceitável, mas uma secretária professora, ela precisa rever seus conceitos de luta em defesa da sua própria categoria. É muito meio controverso isso.
A gestão perseguidora de professores anunciou que logo, LOGO, logo após o carnaval enviaria a proposta de reajuste para ser aprovada na Câmara retroativa a 1º de janeiro. A informação é que, em sessão realizada nessa última quinta-feira, "Nada", nada de proposta da gestão enviada para honrar pelo menos a palavra.
Tudo isso são atos de covardia, perseguição, desvalorização, falta de respeito e, sobretudo, incompetência.

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